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Transporte fretado corporativo: quais indicadores sua empresa deve avaliar antes e depois da contratação?
17 de setembro
Contratar transporte para funcionários não deve ser apenas uma decisão baseada em número de veículos e preço.
Contratar transporte para funcionários não deve ser apenas uma decisão baseada em número de veículos e preço, pois, para que o fretamento realmente contribua com a operação da empresa, ele precisa funcionar bem todos os dias. Isso significa levar as pessoas certas, pelos trajetos adequados, nos horários necessários e com segurança, e tudo isso pode ser acompanhado por indicadores. Uma pesquisa da KPMG Brasil com 50 organizações identificou que empresas estão ampliando controles sobre seus serviços de fretamento, com auditorias de linhas, revisões de roteirização e análises de taxa de ocupação, o que demonstra que transporte corporativo também é gestão.
Entre os indicadores que merecem atenção, a pontualidade é um dos mais evidentes, porque, quando o transporte atrasa frequentemente, o impacto pode chegar até a operação da empresa, já que início de turnos, trocas de equipe e horários de produção dependem de previsibilidade. Por isso, a avaliação deve considerar não apenas atrasos, mas também sua frequência, causas e pontos críticos das rotas, uma vez que uma rota bem planejada precisa considerar trânsito, horários e características de cada trajeto.
Além da pontualidade, a taxa de ocupação também revela muito sobre a qualidade do serviço, pois veículos operando com baixa ocupação podem indicar que uma rota precisa ser revista, ao mesmo tempo em que trabalhar constantemente próximo do limite pode comprometer conforto e flexibilidade. Monitorar a ocupação ajuda a entender como o serviço está sendo utilizado e permite realizar ajustes conforme mudanças no quadro de funcionários e nos endereços atendidos, e a pesquisa da KPMG mostra que organizações já utilizam análises de ocupação e revisões periódicas de roteirização justamente para aumentar eficiência.
Essa busca por eficiência, aliás, passa diretamente pela forma como as rotas são estruturadas, já que uma rota eficiente não é necessariamente a menor em quilômetros, pois ela precisa equilibrar tempo, quantidade de passageiros atendidos, trânsito, segurança dos pontos e horários. Por isso, roteiros precisam ser avaliados periodicamente, já que mudanças de endereço dos colaboradores, alterações de turno e crescimento da empresa podem tornar uma rota antes eficiente menos adequada com o passar do tempo.
E se a eficiência depende de planejamento, a segurança depende de critérios ainda mais rigorosos, porque aqui não existe espaço para improviso, uma vez que avaliação dos veículos, manutenção, qualificação dos profissionais e acompanhamento da operação precisam fazer parte dos critérios de contratação. Na Cesartur, os veículos contam com acompanhamento de manutenção e sistemas de rastreamento, dentro de uma operação especializada em transporte de passageiros, o que reforça que segurança não é apenas um indicador para observar quando existe um problema, mas sim um requisito permanente.
De nada adianta, porém, cumprir todos esses critérios técnicos se a experiência de quem usa o serviço não for considerada, pois quem utiliza o transporte todos os dias pode identificar problemas que nem sempre aparecem em relatórios, já que conforto, limpeza, comportamento na condução, horários e localização dos pontos fazem parte da experiência. O estudo da KPMG observou que empresas com acompanhamento mais rigoroso e contínuo da qualidade apresentaram, em média, índices de satisfação superiores a 85% entre as organizações analisadas, o que mostra que ouvir os passageiros ajuda a encontrar oportunidades de melhoria.
Para sustentar esse nível de qualidade, a tecnologia tornou a gestão do transporte mais precisa, de modo que saber onde os veículos estão e acompanhar a execução das rotas ajuda a empresa contratante a ter mais visibilidade sobre o serviço. A Cesartur utiliza sistema de rastreamento em sua operação de transporte de funcionários, aliado ao planejamento estratégico das rotas, em uma combinação importante: planejamento antes da viagem e acompanhamento durante a execução.
Todo esse conjunto de fatores deixa claro que uma boa operação de fretamento não é criada uma vez e esquecida, porque empresas mudam, turnos mudam, equipes crescem e novos bairros passam a concentrar colaboradores. Por isso, o transporte corporativo também precisa evoluir, e avaliar indicadores permite transformar o fretamento em uma solução cada vez mais alinhada à rotina do negócio.
É exatamente essa visão de melhoria contínua que orienta o trabalho da Cesartur que, desde 1999, atua com soluções de transporte de passageiros para empresas e pessoas na Serra Gaúcha e, com planejamento de rotas, frota preparada e acompanhamento da operação, ajuda empresas a transportar seus colaboradores com segurança, conforto e pontualidade. Se sua empresa precisa revisar ou estruturar o transporte dos funcionários, fale com a Cesartur.
FAQ
O que avaliar ao contratar transporte para funcionários?
Segurança, qualidade da frota, capacidade de planejamento das rotas, pontualidade, rastreamento, atendimento e experiência da empresa são pontos importantes.
Por que revisar as rotas periodicamente?
Porque endereços, turnos, trânsito e quantidade de passageiros podem mudar, afetando a eficiência do trajeto.
O rastreamento é importante?
Sim. Ele aumenta a visibilidade sobre a operação e permite acompanhar a localização dos veículos durante os trajetos.
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